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Aumenta oferta de seguros populares

17.03.2014 |

Para ganhar clientes num mercado ainda pouco desenvolvido no país, seguradoras oferecem apólices a partir de R$ 3,50.

Nesse segmento, as empresas apontam que seguros de acidentes pessoais e residenciais são os mais procurados.

De olho no aumento da renda do brasileiro de classe mais baixa, seguradoras têm lançado produtos chamados “populares” para ganhar clientes num mercado ainda pouco desenvolvido no país, segundo consultores.

Com isso, agora há uma oferta maior de apólices de menor custo que oferecem indenização por morte do principal provedor da casa, invalidez por acidente e danos à residência. Podem custar R$ 3,50 por mês, a depender do produto e da seguradora.

Os populares são diferentes dos microsseguros, que possuem teto de indenização estipulado pela Susep (Superintendência de Seguros Privados) de R$ 24 mil em caso de morte e de R$ 30 mil para danos à residência.

Nos primeiros, não há limite para a indenização. O valor depende do tipo de contrato.

E a diferença em relação ao custo do microsseguro, muitas vezes, não é expressiva, já que esses têm opções também por R$ 3,50 por mês.

Os seguros populares mais procurados são os de acidentes pessoais e os residenciais, oferecidos pelas principais empresas do setor, como Bradesco Seguros, BB Seguridade e SulAmérica.

A BB Seguridade planeja lançar, ainda neste ano, um plano odontológico que custará cerca de R$ 15 mensais.

No caso do seguro de acidentes pessoais, há opções a partir de R$ 3,50 por mês com cobertura em caso de morte por acidente e indenização de R$ 20 mil.

Quem quiser contratar um valor maior de cobertura tem de desembolsar mais.

Um seguro de acidentes pessoais com valor a receber de R$ 300 mil e assistência funeral familiar –que oferece ajuda com documentação e outros trâmites do enterro, além de cesta básica a um beneficiário por 12 meses– sai por R$ 80 mensais.

“A pessoa tem de pensar no impacto econômico que a morte dela teria para a família. Por exemplo, se vai haver dinheiro para a educação dos filhos”, diz Carlos Alberto Trindade Filho, vice-presidente de Vida e Previdência da SulAmérica.

E é justamente o seguro de vida um dos menos procurado por pessoas físicas –embora bastante contratado por empresas, que podem ter de arcar com indenizações às famílias dos funcionários.

“As pessoas têm receio de pensar no assunto, apesar da assistência que um seguro desse tipo pode prestar à família”, diz Ana Claudia Benites Badaró, sócia da corretora de seguros Brasil Insurance.

“O brasileiro prioriza mesmo o seguro do carro”, acrescenta. Mesmo assim, muito menos da metade da frota de veículos do país –cerca de 30%– é segurada, segundo estimativas de mercado.

O planejador financeiro Eduardo Almeida orienta o consumidor a analisar o risco que envolve o seu dia a dia antes de fazer um seguro.

“Ter uma apólice pode representar a diferença entre receber o dinheiro para reconstruir um imóvel destruído por um incêndio ou ter de arcar com R$ 100 mil do próprio bolso”, diz.

 

Seguro de vida deve cobrir 5 anos de renda

Segundo consultores, brasileiro opta por apólices com indenização que corresponde a apenas dois anos de salário

Outra dica é avaliar a cobertura antes de fechar o contrato para decidir se seguro popular é melhor opção

Para dar tranquilidade à família em caso de morte, o titular de um seguro de vida deve contratar uma apólice com indenização equivalente a cinco anos de sua renda anual, de acordo com consultores ouvidos pela Folha.

Em geral, afirmam, o brasileiro que faz seguro de vida contrata um produto com indenização que corresponde a dois anos de renda.

“É muito pouco. Cinco anos é o tempo mínimo necessário para que a família reestruture suas finanças em caso de morte do principal provedor”, diz Ana Claudia Benites Badaró, sócia da corretora de seguros Brasil Insurance.

“E esse valor projetado para indenização pode ter de ser maior se o segurado, por exemplo, tem filhos pequenos e quer garantir a educação deles em instituições privadas até o fim da faculdade.”

Mas, ainda de acordo com Badaró, o custo mensal com o seguro de vida não pode superar 3% do salário do contratante. Vale destacar que o valor pago limita tanto a indenização a ser recebida quanto a extensão da cobertura do seguro.

A cobertura é outro item importante a ser estudado antes de fechar contrato.

Há no mercado, por exemplo, um seguro popular para veículos que cobre danos corporais a terceiros e acidentes pessoais de passageiros. O produto, porém, não cobre batida, roubo e furto do carro.

 

Riscos

“O cliente precisa avaliar o risco a que está sujeito. Se concluir que o risco de roubo é algo relevante, como em grandes cidades, e quiser indenização, esse tipo de produto pode não ser o mais adequado, ainda que mais barato”, afirma o planejador financeiro Eduardo Almeida.

Além disso, o seguro popular pode encarecer conforme são adicionados benefícios extras, como chaveiro e assistência residencial (como encanador). Assim, conforme as necessidades do segurado, pode ser mais vantajoso contratar uma apólice tradicional –e não popular–, com cobertura mais ampla.

Já no caso do seguro residencial, uma dica para pagar menos é não incluir no valor do capital segurado (a indenização) o preço do terreno. “No caso de uma explosão, o terreno vai continuar lá. O valor deve considerar apenas o quanto seria necessário para reconstruir o apartamento ou a casa”, diz Almeida.

Para ele, a apólice deve contemplar proteção contra explosão, incêndio e enchente.

Para evitar que o benefício seja negado ao acionar o seguro contratado, o titular precisa manter seus dados cadastrais –como endereço residencial e do trabalho, estado civil e idade dos filhos– atualizados.

“Se na declaração a pessoa informou que o filho de 25 anos não dirigia o carro e o rapaz bate o veículo segurado, a empresa pode negar o pagamento da apólice”, diz Neival Freitas, diretor-executivo da FenSeg (Federação Nacional de Seguros Gerais).

O segurado não pode, também, tomar nenhuma medida que agrave o risco. “Ainda no caso de seguro de carro, se o motorista estiver dirigindo na chuva, encontrar uma rua alagada e insistir em seguir em frente, a indenização pode ser negada. A seguradora entende que o cliente agravou seu risco.”

 

Fonte: Folha de S. Paulo – DANIELLE BRANT

 

 

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