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Corretor que falhar no gerenciamento de risco pode ser responsabilizado civil e criminalmente

07.03.2014 |

Para fechar o seguro de determinado estabelecimento, antes é essencial realizar o gerenciamento de risco do local para evitar futuras dores de cabeça, tanto para o segurado quanto para a seguradora. Porém, para realizar esse trabalho é necessário um profissional qualificado e especializado no ramo.

Por entender de riscos e seguros, os corretores, em muitos casos, acreditam que podem realizar essa tarefa, o que inclusive, pode acarretar punições para os mesmos. “Se o corretor sai fazendo o gerenciamento sem critério, ele pode receber um grande processo de pessoas que venham, eventualmente, ser prejudicadas por uma falha técnica no trabalho dele”, afirma o professor da Escola Nacional de Seguros, Gustavo Melo.

Por exemplo, se o profissional faz o gerenciamento de risco de uma indústria e assina este documento, ele está garantindo que determinado local está em boas condições e não corre risco de incidentes graves. Se, em seguida, esse estabelecimento sofre um incêndio, e é comprovado que foi por erro do corretor e a seguradora não paga ou paga um valor abaixo do combinado na apólice, a indústria entra, imediatamente, com um processo contra o corretor.

Antes de trabalhar no ramo, é importante ter feito, ao menos, uma graduação em engenharia, administração ou direito, para ter uma base antes de se especializar como gerenciador. “A partir deste momento, ele estará apto para fazer o gerenciamento”, ressalta.

O trabalho do corretor é muito importante na conscientização do cliente sobre a necessidade de fazer o gerenciamento de risco. Gustavo enfatiza que o corretor precisa mostrar a necessidade do segurado se proteger, para evitar futuros acidentes. “Caso contrário, ele vai ter muitos sinistros e a seguradora não vai querer mais contato com essa empresa”.

 

Quem é responsável pela contratação?

O corretor e a seguradora são responsáveis por contratar o gerenciador de risco como terceirizado. É preciso contratar pessoas que tenham autorização para assinar o documento.

Entretanto, Gustavo aponta que por ser uma despesa muito alta, o corretor deve sentar com o cliente e falar sobre a necessidade da contratação. “Mostrar para o empresário que a partir daí ele terá grande chance de conseguir fazer o seguro, que não é dinheiro jogado fora”, conclui.

 

Fonte: CQCS

 

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