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Verão 2014

16.01.2014 |

O verão está aí e, com ele, o maior risco de desastre natural que o Brasil enfrenta: as enchentes, cujas causas são as chuvas torrenciais nesta época do ano.

De fato, na região Norte, as chuvas são fortes durante todo o ano. Nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, podem ser abundantes nos meses de verão quando os índices pluviométricos mais que triplicam em comparação com os meses de inverno. Apenas no Nordeste, os riscos associados às enchentes são menores.

Para o trimestre dezembro 2013-fevereiro 2014, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) previu igual probabilidade de ocorrência de chuvas normais, abaixo e acima do normal para a maior parte do Brasil. As exceções ficam por conta de parte do Nordeste e do Sul do país, com probabilidades menores de precipitações, e parte da Amazônia, com risco maior.

Ocorre que, como se trata de probabilidades, não há garantia absoluta de que temporais não ocorram e causem os problemas conhecidos. Que o digam os moradores do Rio de Janeiro e da baixada fluminense que, na primeira semana de dezembro, tiveram suas casas inundadas e bens destruídos em dois dias de chuvas fortes e ininterruptas.

Há, portanto, que se precaver, principalmente, que mora perto de rios e do mar. Milhares de imóveis, veículos e vidas são prejudicados todos os anos por esse fenômeno. O mercado de seguros ajuda o cidadão a enfrentar os eventuais prejuízos causados pelas chuvas.

No caso dos seguros compreensivos (multirriscos) residencial e empresarial, a cobertura básica e obrigatória desses seguros garante apenas indenizações contra prejuízos originados por incêndio, queda de raio e explosões causadas por gás empregado na iluminação ou no uso interno. Ou seja, tais apólices excluem os riscos derivados de danos causados por eventos da natureza tais como inundações, terremotos, maremotos, alagamentos, enchentes por água de chuva etc.

Entretanto, o dono do imóvel, seja ele residencial ou comercial, pode contratar coberturas adicionais e opcionais para alguns desses riscos. Este, felizmente, é o caso da cobertura de alagamento e inundações que garante indenização para os danos causados por entrada de água no imóvel em consequência de trombas d’água, chuvas e aguaceiros, transbordamento de rios, lagoas, lagos e represas, ruptura de encanamentos, canalizações, adutoras e reservatórios (desde que não pertençam ao próprio imóvel segurado, nem ao edifício do qual o imóvel seja parte integrante) e insuficiência de esgotos, galerias pluviais e similares.

Caso similar ocorre no seguro de automóveis. A chamada apólice multirrisco cobre desde raio, incêndio ou explosão até roubo ou furto, colisão, ato danoso praticado por terceiros; alagamento, enchente e inundação, inclusive, de veículos guardados no subsolo; ressaca, vendaval, granizo e terremoto. Além disso, há a cobertura contra danos a terceiros que tenham sido causados pelo segurado (Responsabilidade Civil Facultativa de Veículos) e contra danos causados aos passageiros do veículo segurado (Acidentes Pessoais de Passageiros).

Porém, enfatizamos que o segurado deve se certificar de que a cobertura contra alagamento, enchente e inundação foi incluída junto com as demais, mesmo por que se ele contratar apenas a apólice de roubo, furto e incêndio, que garante proteção apenas contra os riscos de raio, incêndio, explosão e roubo ou furto total, não estará coberto contra os prejuízos nos veículos causados por aqueles riscos naturais.

Alguns cuidados devem também ser tomados: tanto o seguro residencial quanto o de automóveis não cobrem danos derivados de alagamentos por água do mar (salgada). Assim, prejuízos causados por uma ressaca que alague pistas e garagens perto da praia não estarão cobertos.

Os segurados devem também procurar não agravar o risco, pois, nesse caso, por regra contratual, há possibilidade de perda de direito à indenização. Esse é o caso do segurado que, na chuva e com pressa, ao invés de parar o carro e esperar o escoamento natural da água, resolve passar por um bolsão de água e afunda o carro. Idem para o segurado que num temporal, por negligência, deixou a casa desguarnecida com portas e janelas abertas.

Em suma, com as ressalvas mencionadas acima, tanto no caso de automóveis como no de imóveis, a indústria de seguros tem produtos adequados para lidar com o risco de enchentes.

Leia mais em:

http://clima1.cptec.inpe.br/

http://www.tudosobreseguros.org.br/sws/portal/pagina.php?l=168

http://www.tudosobreseguros.org.br/sws/portal/pagina.php?l=213

http://www.tudosobreseguros.org.br/sws/portal/pagina.php?l=431

 

Fonte: Portal Tudosobreseguros

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